Dinâmica

!!!Dinâmicas para animar e aprender!!!

  1. Roda Viva

  2. Entrevista

  3. Júri Simulado

  4. Cochicho

  5. Quem sou eu

  6. Dinâmica dos Sapatos  

  7. Dinâmica da Casa  

  8. Dinâmica da Bala  

  9. O Espelho  

  10. Jogo Comunitário

  11. Painel Integrado  

  12. Passar Amor

  13. Confiança no Espírito Santo

  14. Afeto *Nova*

  15. As duas Alianças *Nova*

  16. Credo Apostólico *Nova*


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Roda Viva

Objetivos

1. Debater um tema e desenvolvê-lo de forma participativa.
2. Envolver a todos do grupo no debate.
3. Falar sobre o que cada um sabe a respeito de um assunto.
4. Saber expor e ouvir

Passos

1. Fazer dois círculos, um de frente para o outro, de pé ou sentado.
2. O círculo de dentro fica parado no lugar inicial e o círculo de fora gira para a esquerda, a cada sinal dado pelo animador ou coordenador do grupo.
3. Cada dupla fala sobre o assunto colocado para reflexão, durante dois minutos, sendo um minuto para cada pessoa.
4. O círculo de fora vai girando até chegar no par inicial.
5. Depois deste trabalho, realiza-se um plenário, onde as pessoas apresentam conclusões, tiram dúvidas, complementam idéias.
6. Complementação do assunto pelo coordenador.

Observações

1. O assunto deve ser preparado pelo coordenador com antecedência.
2. Os participantes do grupo devem pesquisar e fazer leituras prévias sobre o assunto.

Avaliação

1. O que descobrimos sobre o assunto?
2. Como nos sentimos durante a dinâmica?
3. O que foi positivo?
4. Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?

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Entrevista

Objetivos

1. Obter conhecimentos, informações ou mesmo opiniões atuais a respeito de um tema.
2. Utilizar melhor os conhecimentos de um especialista.
3. Obter mais informações em menos tempo.
4. Tornar o estudo de um tema, mais dinâmico.

Passos

1. Coordenador apresenta em breves palavras, um tema, deixando várias dúvidas sobre o mesmo(propositalmente).
2. Coordenador levanta com o grupo, a possibilidade de completar o conhecimento através de entrevista junto a pessoas que são estudiosas do assunto.
3. O grupo define o entrevistado.
4. O grupo, orientado pelo coordenador prepara as perguntas para a entrevista.
5. Convite ao entrevistado.
6. Representante do grupo faz as perguntas.
7. Auditório vai registrando as perguntas.
8. Coordenador possibilita comentários sobre as respostas dadas pelo entrevistado.
9. Coordenador faz uma síntese de todo o conteúdo.
10. Discussão sobre o assunto.
11. Grupo(auditório) apresenta, verbalmente, suas conclusões.

Avaliação

1. Para que serviu a dinâmica?
2. O que descobrimos através da entrevista?
3. O que gostaríamos de aprofundar sobre o assunto?

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Júri Simulado

Objetivos

1. Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma posição.
2. Exercitar a expressão e o raciocínio.
3. Desenvolver o senso crítico.

Participantes (funções)

Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri.
Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré.
Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusações formuladas pelo advogado de acusação.
Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré, de acordo com o que tiver sido combinado, pondo em evidência as contradições e enfatizando os argumentos fundamentais.
Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ou inocente, definindo a pena. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituído por número impar:(3,5 ou 7)
Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação, ajudam seus advogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. Durante o júri, acompanham em silêncio.

Passos

1. Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada.
2. Orientação aos participantes.
3. Preparação para o júri.
4. Juiz abre a sessão.
5. Advogado de acusação(promotor) acusa o réu ou ré(a questão em pauta).
6. Advogado de defesa defende o réu ou a ré.
7. Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação.
8. Intervenção de testemunhas, uma de acusação.
9. Advogado de defesa, retoma a defesa.
10. Intervenção da testemunha de defesa.
11. Jurados decidem a sentença, junto com o juiz.
12. O público, avalia o debate entre os advogados, destacando o que foi bom, o que faltou.
13. Leitura e justificativa da sentença pelo juiz.

Avaliação

1. Que proveito tiramos da dinâmica?
2. Como nos sentimos?
3. O que mais nos agradou?
4. O que podemos melhorar?

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Cochicho

Objetivos

1. Levar todos os integrantes do grupo a participar de uma discussão.
2. Colher opiniões e sugestões de um grupo, e sondar-lhes os interesses
3. Criar uma atmosfera informal e democrática durante um estudo, debate.
4. Dar oportunidade para a troca de idéias dentro de um grupo.
5. Ajudar as pessoas a se libertarem das suas inibições.
6. Obter rapidamente idéias, opiniões e posições dos participantes de um grupo

Componentes

1. Coordenador: orientar e encaminhar o trabalho.
2. Secretário: anota no quadro ou papelógrafo, as idéias dos participantes.
3. Público: participantes do grupo.

Passos

1. Coordenador expõe de forma clara uma questão, solicitando idéias do grupo.
2. Coordenador divide o grupo de 2 em 2 ou 3 em 3(depende do número de participantes o grupo).
3. Formados os grupos, passam a trabalhar. Cada grupo tem 2, 3 ou 4 minutos para expor suas idéias, sendo um minuto para cada participante.
4. Uma pessoas de cada grupo expõe em plenário, a síntese das idéias do seu grupo.
5. O secretário procura anotar as principais idéias no quadro, ou num papelógrafo.
6. O coordenador faz um comentário geral, esclarece dúvidas.
7. Alguém do grupo pode fazer uma conclusão.

Avaliação

1. O que aprendemos?
2. O que descobrimos em relação ao grupo?
3. O que precisamos aprofundar sobre este assunto?

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Quem sou eu?

Objetivo

Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamente pouco inibidor.

Passos

1- Cada um recebe uma folha com o título: "Quem sou eu?"
2- Durante 10 minutos cada um escreve cinco itens em relação a si mesmo, que facilitem o conhecimento.
3- A folha escrita será fixada na blusa dos participantes.
4- Os componentes do grupo circulam livremente e em silêncio pela sala, ao som de uma música suave, enquanto lêem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que escreveu a respeito de si.
5-Logo após reunir 2 a 3 colegas, com os quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor. Nesse momento é possível lançar perguntas que ordinariamente não fariam.

Avaliação

1- Para que serviu o exercício?
2- Como nos sentimos?

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Dinâmica dos Sapatos

PARTICIPANTES: 10 a 20 pessoas 
TEMPO ESTIMADO: 45 minutos 
MODALIDADE: Planejamento da Vida. 
OBJETIVO: Refletir como Jesus Cristo é o rumo certo para a felicidade. 
MATERIAL: Nenhum. 

DESCRIÇÃO: Cada integrante deve retira um pé de seu calçado e entregá-lo ao coordenador. Este deve, em silêncio, construir, com os calçados, um caminho que leve a um local que lembre o caminho nos dado por Jesus Cristo, que é o amor. Neste caminho, alguns calçados devem divergir enquanto outros devem entrar no mesmo, sendo interessante montar um caminho que retorne, como um círculo. Em seguida, os seguintes questionamentos devem ser realizados, enquanto os integrantes devem ser motivos a refletir sobre o caminho recém construído: 
1) Todos os pés são iguais? 
2) E os caminhos? 
3) Estes pés caminham muito ou pouco? 
4) Porque precisam caminhar?
5) Estes pés passam por bastante, poucos ou nenhum obstáculos?
6) Estes pés já se tornaram obstáculos? 
7) Será que eles sempre chegam onde querem? 
8) Caminham sempre com um determinado objetivo?
9) Vocês já pensaram o quanto já caminhamos para chegar onde estamos? 

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Dinâmica da Casa

PARTICIPANTES: 7 a 15 pessoas 
TEMPO ESTIMADO: 25 minutos 
MODALIDADE: Importância Individual.
OBJETIVO: Despertar para a importância do indivíduo no grupo e na vida. 
MATERIAL: Uma cartolina e lápis de cor. 

DESCRIÇÃO: O coordenador deve desenhar um retângulo de cor fraca na cartolina e incentivar cada integrante a ajudar na construção de uma casa. Cada um deve ser incentivado a refletir para que escolha as partes que o representam ou que deseja representar no grupo. Depois de todos ilustrarem seu papel no grupo, cada um deve expor ao grupo a razão de seu desenho. Ao final, o coordenador deve ressaltar que Deus concede a graça a cada um de nós e essa graça é o nosso próprio modo de ser que, iluminado pela sabedoria do amor, é colocado a disposição das necessidades dos outros. Isso promove o crescimento mútuo, pois engloba a contribuição de cada um. É bem verdade que somos seres individuais, únicos, mas que somos iguais perante o amor de Cristo. A vida na comunidade cristã exige serviço de nossos irmãos através do amor. Cada um, de sua forma, sendo porta, janela, telhado, parede (todos os elementos que apareceram durante a dinâmica) é importante para a formação do todo, da casa. Com nossa contribuição é possível construir um lugar de forte e mútuo crescimento espiritual, onde a gente se fortaleça para caminhar harmoniosamente dentro da comunidade cristã.

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Dinâmica da Bala

PARTICIPANTES: 7 a 15 pessoas 
TEMPO ESTIMADO: 30 minutos 
MODALIDADE: Avaliação dos Integrantes. 
OBJETIVO: Abordar pontos positivos e negativos individuais dos integrantes do grupo. 
MATERIAL: Balas de cereja (com sabor azedo) e bombons na proporção de uma de cada tipo para cada integrante do grupo. 
OBSERVAÇÕES: Nada impede que o número de balas e bombons seja aumentado ou que os mesmos sejam novamente utilizados durante a dinâmica, opção do coordenador. Esta dinâmica é mais indicada para grupos homogêneos em termos de laços de amizade. 

DESCRIÇÃO: O coordenador deve distribuir as balas e bombons para os integrantes do grupo. Cada integrante deve distribui-los do seguinte modo: 
-O bombom é dado a uma pessoa que tenha feito algo positivo que tenha chamado a atenção do integrante. 
-A bala azeda é dado a uma pessoa que tenha agido de maneira que tenha entristecido a pessoa que deu a bala ou alguma outra pessoa. 
A distribuição não deve apresentar nenhuma ordem em especial, sendo totalmente espontânea. Uma bala ou bombom pode ser dado a alguém que já tenha recebido outra do mesmo tipo. Os integrantes podem dar balas ou bombons para si próprios. A apresentação correspondente às balas azedas deve ser feita com sinceridade, mas também com muita sensibilidade para que a pessoa, sem ser ofendida, possa rever algumas de suas ações.

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O Espelho

 PARTICIPANTES: 10 a 20 pessoas 
TEMPO ESTIMADO: 30 minutos 
MODALIDADE: Valorização Pessoal. 
OBJETIVO: Despertar para a valorização de si. Encontrar-se consigo e com seus valores. 
MATERIAL: Um espelho escondido dentro de uma caixa, de modo que ao abri-la o integrante veja seu próprio reflexo. 

DESCRIÇÃO: O coordenador motiva o grupo: "Cada um pense em alguém que lhe seja de grande significado. Uma pessoa muito importante para você, a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos, alguém que você ama de verdade... com quem estabeleceu íntima comunhão... que merece todo seu cuidado, com quem está sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam tão amada por você, que fazem dela o grande sentido da sua vida..." Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais de reflexão, inclusive com o auxílio de alguma música de meditação. Após estes momentos de reflexão, o coordenador deve continuar: "...Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida." Em seguida, o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (um por vez). Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com os demais. Finalmente é aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos, suas reflexões e conclusões sobre esta pessoa tão especial. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica.

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Jogo Comunitário

OBJETIVO : Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outros participantes.

MATERIAL : uma flor.
DESENVOLVIMENTO : os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoa que está à sua esquerda : senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou...
E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome, passará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.
O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz a entrega da flor, mais engraçado fica o jogo.

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Painel Integrado

OBJETIVO: Trabalhar com "grupo" em equipes de forma prática, desenvolvendo a comunicação e reflexão dispensando o plenário e a centralização do encontro em uma só pessoa.

DESENVOLVIMENTO: Dividir o grupo em equipes da seguinte forma : · Num grupo com 16 pessoas, poderá dividir em 4 equipes de 4 pessoas. · Cada participante da equipe receberá uma letra: a, b, c, d · As equipes receberão o tema a ser debatido e perguntas propostas. · Após terem refletido sobre o tema serão formadas novas equipes. · Os que tiverem a letra "a" formarão uma nova equipe. O mesmo acontecerá com os que tiverem a letra b, c, d. · Agora todos partilharão o que foi debatido nas equipes anteriores. · No final da dinâmica todos os participantes deverão ter tomado conhecimento de todas as reflexões feitas.

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 Passar amor

OBJETIVO: A brincadeira do Passa Amor pode ser utilizada nos encontros que falem sobre partilha, valorização da pessoa humana, sobre o Sagrado Coração de Jesus etc.

MATERIAL: Confeccione um coração de cartolina em um tamanho que fique escondido no meio de nossas mãos (pode se escrever Jesus no centro do coração).

COMO DESENVOLVER: Essa dinâmica na verdade é o conhecido Passa anel, só que em vez de passarmos um anel iremos passar um coração. Sorteia-se a criança que via passar o coração. As outras sentam-se lado a lado, com as mãos fechadas (como para rezar) no colo. A que está com o coração entre as palmas das mãos começa a passá-lo, ou seja, finge que põe o coração na mão de cada um dos participantes, na verdade, só deixa cair na mão de um. Quando acaba, abre as mãos mostrando que já não está mais com o coração. Ao terminar, a criança pergunta a um dos participantes: quem está com Jesus no coração? Se a criança acertar, vai passá-lo na vez seguinte.

     Dessa forma a criança aprende brincando que Jesus está em todas as pessoas e que é necessário enxergamos sua presença no irmão, todas as pessoas podem partilhar amor.

Objetivo

     Criar comunicação fraterna e madura Desenvolvimento Distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e de uma mulher. Após o desenho, eles devem anotar na figura:

     a) diante dos olhos, as coisas que viram e mais os impressionaram;
     b) diante da boca 3 expressões ( palavras, atitudes ) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida;
     c) diante da cabeça 3 idéias das quais não abre mão;
     d) diante do coração 3 grandes amores;
     e) diante das mãos, ações inesquecíveis que realizou;
     f) diante dos pés, as piores enrascadas em que se meteu.

Para discutir

     1- Foi fácil ou difícil esta comunicação? Por que?
     2- Este exercício é uma ajuda? em que sentido?
     3- Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que/
     4- este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que?

PARA LER NA BÍBLIA: Marcos 7, 32 - 37.

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Confiança no Espírito Santo

OBJETIVO: Mostrar que quando estamos cegos pela raiva, pelo ódio, pelo pecado, etc. Fica mais difícil confiar no Espírito Santo.

MATERIAL: Qualquer coisa para que se possa vendar os olhos dos participantes. 

COMO DESENVOLVER: Dividir os participantes em duplas, uma pessoa de cada dupla será vendada e a outra terá que guia-la sem a tocar. E depois de um tempo inverter o papel de cada um.

    E ao final fazer uma rodada de conversa sobre como foi a experiência der ser guiado(a), sem poder enxergar e ver o quão é importante o Espírito Santo quando passamos por momentos difíceis.

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AFETO

PARTICIPANTES: 7 a 30 pessoas 
TEMPO ESTIMADO: 20 minutos 
MODALIDADE: Demonstração de Afeto. 
OBJETIVO: Exercitar manifestações de carinho e afeto.
MATERIAL: Um bichinho de pelúcia. 

DESCRIÇÃO:   Após  explicar o objetivo, o coordenador  pede  para  que  todos  formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia,  ao  qual  cada  integrante  deve  demonstrar  concretamente  seu sentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. Após a experiência, os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. Por último, deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho, medo e inibição que tiveram.

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As duas Alianças

Duração: 45min a 1h.
Material: Trazido pelo organizador: 1 plástico preto (aprox. 4x6m), material para a Santa Ceia e componentes do altar; Cds e aparelho de som

Pedir antecipadamente aos participantes que tragam no dia do encontro as seguintes peças (esta é a lista completa, distribua as peças de acordo com o número de participantes):
4 folhas de cartolina azul claro e 4 de azul escuro; 6 cartolinas marrom cortadas em forma de morros; cartolinas verdes cortadas em forma de árvores (na altura da cartolina) e/ou ramos, flores ou folhagens naturais; sol, estrelas e lua; pássaros, animais, peixes e pessoas (cortar de revistas, bonecos e bichos de pelúcia, dobraduras...); fitas ou tiras de aprox. 1 metro (pode ser pano ou papel) nas cores azul, vermelho, amarelo; uma pomba branca com ramo; toalha branca (pequena) e vendas para os olhos.

Foi preparada para um encontro de casais e propõe oferecer aos participantes uma visão abrangente de três momentos fundamentais na história da humanidade temente a Deus, enfocando a “criação do mundo”; “o dilúvio e a aliança Divina”; “a crucificação e a nova aliança em Cristo”.
Encerra-se a dinâmica com a “nova Aliança” do Cristianismo: A Santa Ceia, administrada em comunidade.


Os Participantes: Para um bom resultado desta dinâmica, recomenda-se a média de 20 pessoas (ou mais...) É interessante que os participantes não saibam detalhes da dinâmica, mas serão previamente convidados a trazerem os materiais e elementos necessários.

Preparação prévia:
Dos organizadores:
- informar aos integrantes (antecipadamente) a(s) peça(s) que deverão trazer;
- preparar (meia hora antes, no mínimo, o local da dinâmica, verificando se tem os hinários na quantidade certa, o plástico preto estendido no chão, os elementos da Eucaristia (à mão, fora da área da dinâmica), a música ambiente.
Do participante:
- Trazer as peças que lhe compete, a Bíblia e estar presente pontualmente.

A Dinâmica:
Introdução: Esta dinâmica quer nos oferecer uma oportunidade de conferirmos a realidade das duas “Alianças” que o Trino Deus nos garantiu, ontem e hoje e para sempre. Convidamos portanto a todos para formarmos um círculo ao redor deste plástico preto (podem subir nele)

Cantar o hino 248

Queremos realizar esta dinâmica, em “nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, enfim, da Santíssima Trindade a quem damos honra e louvor.
Cada integrante deverá colocar agora a “venda nos olhos”. Uma pessoa conduz o grupo a formar uma espiral bem apertada no centro do plástico; não se assustem com incertezas, barulhos, sensações estranhas, e assim permaneçam bem apertados um contra o outro, enquanto escutam a leitura: Gênesis: 1, 1-2

O condutor desfaz a espiral enquanto é lido Gênesis: 1, 3-6. Podem retirar as vendas dos olhos enquanto caminham de volta ao círculo.

Formar um círculo ao redor do plástico e, de acordo com a leitura bíblica cada participante deverá colocar sobre o plástico, a(s) peça(s) que está(ão) em seu poder, à moda e maneira que lhe convier...: (Sempre atuar após a leitura)
Gn: 1, 7-8 (céu e água);
Gn: 1, 9-10 (terras, morros);
Gn: 1, 11-13 (vegetações);
Gn: 1, 14-19 (sol, lua, estrelas);
Gn: 1, 24-25 (animais);
Gn: 1, 26-27 (Adão, Eva, pessoas)

Todos se dão as mãos e recebem a bênção Divina : Gn: 2, 3

O dilúvio... (neste momento alguém deve revolver a cena montada sobre o plástico... deixar tudo no centro, revolvido - pegar o plástico pelas pontas e juntar todo o conteúdo no centro e abrir novamente o plástico)
Ler: Gn: 7, 17-19 e 22

A primeira aliança: Ler Gn: 9, 11-13 e 16
Convidar após a leitura, os participantes a refazem o painel e o participante que trouxe as fitas coloridas a arrumar um arco-íris e colocar a Pomba da Paz.

Apelo: “Vinde e unamo-nos ao Senhor, em aliança eterna que jamais será esquecida” (Jr: 50, 5)
MAS ... a realidade humana foi e é diferente...

A crucificação : O Cordeiro
“Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo...”(Jo:

1,29)
Colocar o Crucifixo no centro do painel, sobre a toalha branca e Ler Mc: 14, 1-2 e...38

A nova Aliança: neste momento, prepara-se o Altar (sobre a toalha onde já está o Crucifixo) e os elementos da Eucaristia.
Todos em círculo colaboram, os participantes responsáveis pelos castiçais, crucifixo, flores, e elementos (pão, vinho, cálice) preparam a Mesa do Senhor.
Cantar hino 159

Padre realiza a Bênção e Instituição da Eucaristia com a leitura de Mc: 14, 10-26 e todos oram em conjunto o “Pai Nosso”
“Vamos à Ceia do Senhor, pois tudo já está preparado”...
A distribuição é feita no círculo, cada um passando ao vizinho do lado o pão e depois o vinho, dizendo: “Este é o Corpo e Sangue de Cristo” (ou outra palavra breve...)

Oração final (todos de mãos dadas) Agradecimento, intercessão, louvor
Hino final: 161
Abrir para Comentários e discussão.

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Credo Apostólico

Material: papel e canetas.

Forme um círculo e proponha um rápido exercício:
Peça a uma pessoa que descreva sua mãe; outra que descreva seu irmão, etc.. Estas pessoas, em voz alta e rapidamente, devem dar algumas informações sobre as pessoas indicadas.
Ressalte as formas de fazer uma descrição: detalhes físicos, características emocionais, gostos, etc...

Depois deste rápido exercício, divida a turma em 3 grupos.
Cada grupo vai receber um papel com um nome escrito - 1. Deus; 2. Jesus; 3. Espírito Santo - e deverá compor uma descrição da pessoa indicada no seu papel. Para ajudá-las na descrição você pode acrescentar algumas perguntas: Como esta pessoa agia no passado? E hoje? O que esta pessoa fez e/ou faz por você? Qual sua relação e sentimentos para com esta pessoa?

Deixe cerca de 10 minutos. Distribua então uma folha de perguntas para debate ainda nos pequenos grupos:

1. "Creio em Deus Pai, todo poderoso, Criador do Céu e da Terra"
No que a sua descrição de Deus se parece e/ou difere desta linha do Credo Apostólico?
Para que serve o Credo Apostólico? Porque e quando o dizemos?

2. "Creio em Jesus Cristo, seu filho unigênito, nosso Senhor e Salvador..."
No que a sua descrição de Deus se parece e/ou difere desta linha do Credo Apostólico?
Para que serve o Credo Apostólico? Porque e quando o dizemos?

3. "Creio no Espírito Santo..."
No que a sua descrição de Deus se parece e/ou difere desta linha do Credo Apostólico?
Para que serve o Credo Apostólico? Porque e quando o dizemos?

Acrescente ainda quaisquer outras perguntas que você queira, de acordo com tempo, grupo e linha de discussão.
Deixe mais um tempo para que cada grupo comente as perguntas. Forme novamente um círculo com todos e peça comentários e/ou as respostas a cada pergunta.

Encerre com a leitura de um novo Credo:
Leia a primeira parte do Credo Apostólico, em seguida o grupo 1. lê a sua descrição de Deus; Leia a segunda parte do Credo, e o grupo 2. lê a sua descrição de Jesus; Leia a terceira parte do Credo Apostólico e o grupo 3. encerra com sua descrição do Espírito Santo.

Sugestão: pode-se ler esta composição, resultado do trabalho do grupo, com toda a comunidade num culto, substituindo o Credo Apostólico. Leve cópias para distribuir à comunidade ou copie o texto em lâminas para retroprojetor para que todos possam acompanhar.


Considerações: em geral o comportamento das pessoas ao recitar o Credo nos cultos é cabisbaixo e fechado. Pode-se fazer uma analogia ao torcedor de um time, que veste camisa, tem bandeiras e flâmulas em casa, canta o hino, se mostra como torcedor. O Credo Apostólico é nossa "bandeira" como cristãos. Ele resume aquilo em que nós cremos, por isso, deveria ser falado em todas as circunstâncias em que somos questionados a respeito de nossa fé e ao recitarmos em nossos cultos, deveria ser dito com a cabeça erguida, quem sabe até, olhando nos olhos de outra pessoa.

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